Entre 2024 e 2026, o Congresso Nacional destinou menos de 1% das emendas parlamentares federais para ações exclusivas para crianças e adolescentes, segundo o novo relatório do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), integrante da Agenda 227.
O levantamento é destaque na coluna Balanço Social, da Veja.com, que mostra que, entre 2024 e 2026, o Congresso Nacional destinou menos de 1% das emendas parlamentares federais para ações exclusivas voltadas para esse público, aponta a análise.
Em 2024, o percentual foi de 0,76%, em 2025, de 0,91% e, em 2026, o equivalente a 0,4% do total de R$ 51,5 bilhões em emendas parlamentares previstas para este ano; menos da metade do montante autorizado em 2025. Em nenhum dos anos o investimento alcançou 1% do total das emendas.
“Os números revelam um descompasso entre o discurso de defesa da infância e a destinação efetiva de recursos públicos”, afirma a assessora política no Inesc Thallita de Oliveira, responsável pelo estudo. Para Gustavo Paiva, analista de Educação do Instituto Alana e integrante da Equipe Executiva da Agenda 227, a prioridade absoluta a crianças e adolescentes prevista no artigo 227 da Constituição ainda não se traduz em orçamento.
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Descrição da imagem: banner horizontal, print da publicação na Veja.com. Traz foto de uma criança de costas empurrando um carrinho de mão por uma rua de calçamento de pedras. Na lateral esquerda, sobre fundo preto, o texto: Agenda na Mídia.







